terça-feira, 17 de março de 2009

Nossos alunos fazendo Arte

Parabéns aos nossos alunos pela bela apresentação em homenagem ao Dia Internacional da Mulher












quarta-feira, 4 de março de 2009

Dia Internacional da mulher

8 de março: CONQUISTAS E CONTROVERSAS
Eva Alterman Blay

Resumo:
O Dia Internacional da Mulher foi proposto por Clara Zetkin em 1910 no II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas. Nos anos posteriores a 1970 este Dia passou a ser associado a um incêndio que ocorreu em Nova Iorque em 1911. Neste artigo procuro recuperar a história do Dia 8 de Março e as distorções que têm sido feitas sobre ele e sobre a luta feminista.

Palavras-chave: história do feminismo, operárias judias, operárias italianas, política, movimentos sociais.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-026X2001000200016&script=sci_arttext&tlng=pt%23t13

domingo, 1 de março de 2009

Corpo humano e Saúde Sorvete saúde Uma nova versão dessa delícia foi inventada pelos cientistas. E sabe o que ela contém? Bactérias!

Se você acha sorvete algo muito gostoso, agora tem uma razão a mais para consumir essa delícia: pesquisadores desenvolveram uma versão com propriedades probióticas. Complicou? Pois é fácil de entender: trata-se de um sorvete que leva microorganismos em sua receita – bactérias que, dentro de nosso organismo, contribuem para manter a nossa saúde!

Para início de conversa, consumir bactérias não parece muito convidativo, nem apetitoso. Mas a história não é bem assim. Os probióticos são organismos microscópicos, não podemos vê-los, mas quando os ingerimos no sorvete, por exemplo, eles fazem com que o nosso intestino funcione corretamente, produzem vitaminas e impedem que outras bactérias, que provocam doenças, cresçam dentro de nosso corpo.

Além de saudável, porém, o sorvete com probióticos é gostoso. Ao menos é o que garante quem o criou! “O objetivo da minha pesquisa foi desenvolver sorvetes com propriedades probióticas e com sabor agradável de frutas tropicais pouco exploradas comercialmente, como o cajá e a acerola”, conta Carmen Trindade, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos, da Universidade de São Paulo, responsável pelo trabalho.

Receita de saúde
Para fazer o sorvete, Carmen adicionou, ao leite usado na fabricação do produto, os probióticos. Ali, os microrganismos liberaram vitaminas e ácidos que fazem bem à nossa saúde, por meio de um processo chamado fermentação. Sabendo, porém, que os ácidos liberados poderiam alterar o gosto do sorvete, Carmem optou por frutas com sabores marcantes para preparar a delícia gelada. Assim, pôde disfarçar o gosto diferente e ainda tornar o alimento mais nutritivo. “Nem todo mundo conhece o cajá e a acerola, mas essas frutas são fontes de vitaminas e de sais minerais”, explica.

Produtos com bactérias em sua receita já existem no mercado. Em países como Japão, os probióticos são utilizados para enriquecer vários alimentos. Além dos tradicionais leites fermentados, cereais e frios, como queijos e salames, levam bactérias. No Brasil, alguns produtos disponíveis para venda, como iogurtes, também apresentam um microrganismo desse tipo: os lactobacilos. Porém, o sorvete com probióticos ainda não é encontrado nas gôndolas dos supermercados.

E se você quer saber como, dentro do congelador, as bactérias do sorvete podem resistir ao frio, anote: ao contrário do que podemos pensar, os probióticos, apesar de serem microorganismos sensíveis, agüentam bem o frio e, por isso, a pesquisa foi um sucesso. Na verdade, quando congeladas, as bactérias hibernam, ou seja, não se multiplicam. Apenas quando a temperatura aumenta, elas entram em ação. Então, fique atento. Quem sabe, em breve, o sorvete com bactérias não se torna a novidade do verão?!


Cathia Abreu
Ciência Hoje das Crianças
27/10/2006


Era uma vez... Sabia que ler contos de fadas estimula a imaginação e ainda pode nos afastar da violência?

Bela Adormecida, Branca de Neve, A Bela e a Fera... Esses e outros contos de fadas são nossos velhos conhecidos. Mas você sabia que ler histórias como essas, além de fazer a gente sonhar, pode nos afastar da violência? Pois é. Uma pesquisa divulgada recentemente sugere que quem costuma ler contos infantis dá menos atenção aos jogos eletrônicos – alguns muito violentos –, solta a imaginação com mais facilidade e, como ouve e lê mais histórias, tem respostas na ponta língua sobre vários assuntos.
O estudo foi feito pelo psicólogo Carlos Brito, da Universidade Católica de Pernambuco, em parceria com suas alunas Karlise Maranhão Lucena e Bruna Roberta Pires Meira. Juntos, eles analisaram a importância da fantasia, presente nos contos de fadas, na vida de crianças como você. Para isso, fizeram uma verdadeira maratona: percorreram lan houses – casas de jogos eletrônicos – e diversas escolas particulares de Pernambuco, que usam formas diferentes de ensinar.

O trio entrevistou 80 meninos e meninas de oito a nove anos, sendo que metade era de colégios que educam de maneira tradicional, onde a criança não tem que dar opiniões e os livros infantis estão sempre ligados às provas. A outra metade entrevistada foram alunos de escolas que optam pela educação construtivista, em que a criança é encorajada a construir seu próprio saber, a desenvolver sua imaginação e a aprender por meio de experiências que vive no dia-a-dia, como ouvir histórias infantis.

Com as entrevistas, Carlos e suas alunas concluíram que as histórias infantis, principalmente no caso das crianças das escolas construtivistas, estimulam a imaginação, a fantasia e ajudam a lidar melhor com a agressividade. Além disso, as crianças que gostam de contos infantis se ligam menos nos jogos eletrônicos e até criticam os games que têm muita violência. Já as matriculadas em escolas tradicionais preferem os videogames – em especial, aqueles que têm luta –, não se interessam muito pelos contos de fadas e até dizem que os livros como esses são feitos para crianças pequenas.

Na conversa com os estudantes, os pesquisadores ainda perceberam que os que gostam de contos de fadas se expressam com mais facilidade em relação aos que não têm muito interesse por essas histórias. “O contato com os livros de literatura infantil, especialmente de contos de fadas, permite às crianças falar, ler e se expressar de maneira harmoniosa, além disso, ela é capaz de analisar e desenvolver certos assuntos com mais facilidade”, diz Carlos Brito.

Depois dessa pesquisa, quem gosta de um bom conto de fadas vai, com certeza, querer ler muito mais. Já os que dizem que não gostam, podem se animar e abrir um bom livro. Afinal, quem não gosta de viajar de graça em tapetes mágicos, carruagens ou até num bom cavalo alazão? Tudo isso é permitido se você soltar a imaginação e experimentar a magia dos contos de fadas.



Cathia Abreu
Ciência Hoje das Crianças
26/09/05

http://cienciahoje.uol.com.br/3830

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Volta às Aulas
















Galera do Dinah!

Desejamos a vocês...

Amizades sem fim
Desafios permanentes
Coragem para
Sonhar
Ousar
Criar
Vontade de crescer
Generosidade
Espírito crítico
Respeito
E todo o prazer e a felicidade
da descoberta e da conquista.

É bom demais ter vocês aqui novamente!!!!

Beijos!!!!!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Atribuição de aulas no Estado será pelo modelo antigo para garantir início do ano letivo no dia 16

Secretaria de Estado da Educação insistirá na Justiça para que professores possam ser avaliados se sabem conteúdos básicos

A Secretaria de Estado da Educação está determinando que suas Diretorias de Ensino realizem a partir de amanhã, terça-feira, 10 de fevereiro, o processo de atribuição de aulas a professores temporários pelo método antigo, utilizado em 2008: classificação por tempo de serviço e títulos. A medida tem o objetivo de garantir que as aulas comecem em 16 de fevereiro sem qualquer falta de professores.

No primeiro semestre de 2008 a Secretaria estipulou que uma prova iria se juntar ao tempo de serviço e títulos na atribuição de 2009. Esta prova avaliaria se os professores tinham conhecimento sobre a Proposta Curricular do Estado, ou seja, sobre o que deve ser ensinado em sala de aula. A prova aconteceu em 17 de dezembro, mas a Apeoesp (um dos sindicatos que representam os professores) entrou, dias depois, com pedido na Justiça e conseguiu invalidar a avaliação. Em seguida a liminar foi derrubada na Justiça, mas a Apeoesp insistiu contra a avaliação, conseguindo nova liminar em 4 de fevereiro.

Desde esta data o governo do Estado tenta reverter a decisão judicial. Como a atribuição de aulas está marcada para esta terça-feira, para que o ano letivo inicie (em 16 de fevereiro) sem qualquer falta de professores a Secretaria decidiu adotar o modelo antigo. O governo do Estado continuará a defender na Justiça a avaliação de professores, com apoio da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

“A prova para professores temporários é parte de um grande processo, iniciado em 2007, para garantir maior qualidade do ensino. Trata-se de um conjunto de medidas, que inclui premiação por desempenho, aumento da infra-estrutura nas escolas, reforço da atividade pedagógica, reorganização do currículo e redução das faltas de professores”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

A classificação dos professores pelo modelo antigo (sem a prova) está disponível no site da Secretaria: www.educacao.sp.gov.br. A prova para os temporários teve 214 mil inscritos – 114 mil de fora da rede e 100 mil que já eram temporários em 2008. Com a medida da Apeoesp contra a avaliação de professores, agora os 114 mil de fora da rede, como não têm tempo de serviço, tendem a ficar para trás na classificação para atribuição de aulas.

“Os professores temporários têm uma importante participação na rede. É fundamental que os alunos tenham os melhores professores nas salas de aula. Mas, com a Apeoesp contra a avaliação de professores na Justiça, sem a possibilidade de reversão imediata da liminar, resolvemos utilizar o modelo antigo”, diz Maria Helena.